sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O Nascimento da Ponto de Referência

Ponto de Referência uma empresa na qual quero trabalhar


Leitura Obrigatória




ISBN: 976-85-7522-161-7

Páginas: 480

Ano:2008

Autor: Conrado Adolpho Vaz

Preço: R$ 85,00

Se o seu trabalho é com marketing e é imprescindível que entenda profundamente as mudanças pelas quais o mercado brasileiro de internet e o consumidor estão passando, este livro é para você.

Conrado Adolpho compartilha, neste livro, o fruto do seu trabalho de pesquisa prática e teórica ao longo dos últimos cinco anos sobre como a internet está mudando a rotina de marketing das empresas. O autor, consultor de internet e publicitário especializado em mídias interativas, mostra o conhecimento adquirido do ponto de vista do marketing de maneira acessível e objetiva.

O livro trata de assuntos como propaganda georreferenciada, publicidade em blogs, como e por que ficar na primeira página do Google, como usar a web 2.0 como forma de se relacionar com o seu público-alvo, como planejar e desenvolver uma campanha de Marketing Viral eficiente, como mensurar o ROI de ações de marketing digital e outros assuntos de extrema importância para quem quer dominar e conquistar market-share neste novo mundo digital.

Sobre o Autor:

Conrado Adolpho é empresário, escritor, palestrante, consultor de internet e publicitário especializado em web 2.0, em mecanismos de busca, em marketing digital e em mídias interativas. Cursou ITA, Unicamp e IBTA e é um dos poucos profissionais do país a ser certificado pelo Google. É diretor da Publiweb – agência de marketing digital e uma das maiores do Brasil especializada em marketing no Google –, é investidor de projetos de internet, além de estudioso do comportamento humano diante das novas tecnologias interativas. Ministra palestras sobre assuntos ligados à internet e tecnologias interativas e presta consultoria para grandes empresas, ensinando-as como transformar a internet em uma ferramenta poderosa de marketing e vendas.

Indicado por Prof. Raniery Pimenta UnP

Leia os primeiros 3 capítulos agora!!!

http://www.conrado.com.br/blog/wp-content/upload/Google_Marketing_por_Conrado_Adolpho/Google_Marketing_por_Conrado_Adolpho_Cap_1_2_e_3.pdf

E agora é meio longo mas vale assitir, é uma palestra de Conrado Adolpho sobre o livro Google Marketing:


Parte 1




Parte 2


Parte 3


parte 4


parte 5


Parte 6


Parte 7


Parte 8


Parte 9


Espero que gostem
Paulo Cesar

Quem é...


Seth Godin (10 de julho de 1960) é autor de livros sobre marketing e orador desde os fins da decada de 90 até o presente momento.

Seth Godin fundou e foi CEO de uma das primeiras companhias de marketing online, a Yoyodyne. Ele vendeu a companhia para o Yahoo! Em 98 e como parte da venda, Godin virou Vice-Presidente de Marketing de Permissão do Yahoo!

Godin ficou famoso por ser o autor de um dos blogues sobre marketing mais famosos em todo o mundo e um autor de livros cuja originalidade é aplaudida pela leitores. Godin escreveu muitos livros, incluindo alguns que nada tem a ver com marketing. Porém, ele é mais famoso por sua ideologia de marketing.

Os livros que ele escreveu sobre o assunto são:

  • The Big Red Fez
  • eMarketing
  • Permission Marketing
  • Survival is not Enough
  • Unleashing The Ideavirus - Detailing the idea of Viral marketing
  • Purple Cow
  • Free Prize Inside
  • All Marketers Are Liars
  • The Big Moo
  • Small is the New Big
  • The Dip

A ideologia de Godin combina três elementos. Primeiro, o fim da Indústria da TV, o que significa que os marketeiros não mais tem o poder de comandar a atenção do público-alvo quando quiserem. Segundo, em um mercado em que consumidores têm mais poder, os marketeiros deveriam ter respeito; o que significa parar com spam (mensagem não solicitada), parar com a manipulação e ter em mente que manter as promessas é essencial.

Finalmente, Godin diz que a única forma de espalhar uma idéia é fazendo que que a idéia conquiste o buzz sendo memorável. Godin chama quem espalha essas idéias de “contaminadores” e a idéia em si de “IdeaViruses” (Idéia Vírus). Ele chama um produto ou serviço memorável de “vaca roxa”.

Fonte Wikipédia.

Nota de Paulo Cesar:

Estou teminando de ler o terceiro livro de Seth Godin, o cara é muito bom mesmo, e vale a leitura. Infelizmente não tenho conhecimento de nenhum livro dele traduzido para o português. Se isto é um problema para você, e você quer que deixe de ser, entre em contato comigo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O perfil do empreendedor



Os estudos na área do empreendedorismo mostram que as características ou o espírito empreendedor, da indústria ou da instituição, não é um traço de personalidade.
Para Meredith, Nelson e Nech (apud [[UFSC]]/LED 2000 p. 51)
“ Empreendedores são pessoas que têm a habilidade de ver e avaliar oportunidades de negócios; prover recursos necessários para pô-los em vantagens; e iniciar ação apropriada para assegurar o sucesso. São orientadas para a ação, altamente motivados; assumem riscos para atingirem seus objetivos”.

O empreendedor tem um novo olhar sobre o mundo à medida que presencia a evolução. Valoriza suas experiências, valoriza seu valor, tomando decisões e decisões acertadas. Abre novas trilhas, explora novos conhecimentos, define objetivos e dá o primeiro passo. De acordo com Gerber (1996), o [[século XVIII]] foi marcado por grandes modificações nos processos industriais. A revolução industrial teve início no [[século XVII]], se caracterizando pela mudança dos processos produtivos que eram feitos manualmente e passaram a ser feitos por máquinas. Essa época modificou ou transformou os meios de produção, as relações econômicas, as relações sociais e as relações culturais. Como conseqüência aconteceu a divisão do trabalho, a produção em série e a urbanização. O homem passou a ser visto como uma máquina produtiva e não como gente (Leite, 2000).

Procurando cada vez mais a eficácia, surgiram os grandes pensadores aliados aos interesses dos empresários. Cenários com novas estratégias. Falase em [[marketing]] e relações humanas.
As idéias de Taylor imperam, porém o consumidor se faz ouvir, surgindo a segmentação do mercado de Sloan: a diversidade, modelos específicos para usuários diferentes. Ela foi colocada em cheque com o mundo da informática, com a nova visão de mundo. Ouviu-se, então, Peter Drucker, considerado o pai da gestão. Colocou-se de lado o mecanicismo e surgiu a preocupação com o indivíduo. Descobriu-se que, para o bom desempenho, auto-estima é vital. Com as tecnologias de informação, o homem passa a ser o centro das atenções.

Hoje, fala-se do “Capital Intelectual” que nada mais é do que: conhecimento, experiência, especialização. Ferramentas ou estratégias utilizadas para se ter sucesso e ser competitivo. A mão-de-obra passa a ser cabeça-de-obra. É o conhecimento e a capacidade gerando novas idéias. O foco está nas pessoas. Assim, o perfil do profissional de sucesso que lidera suas concepções e suas atitudes está em pessoas que conseguem harmonizar esforços individuais ou coletivos e que criam algo novo e criativo.

Segundo Leite([[2000]]), nas qualidades pessoais de um empreendedor, entre muitas, destacam-se:

a) '''iniciativa;'''

b) '''visão;'''

c) '''coragem;'''

d) '''firmeza;'''

e) '''decisão;'''

f) '''atitude de respeito humano;'''

g) '''capacidade de organização e direção.'''


Traçar metas, atualizar conhecimentos ser inteligente, do ponto de vista emocional, conhecer teorias de administração, de qualidade e gestão, são mudanças decorrentes da globalização e da revolução da informação. O empreendedor deve focalizar o aprendizado nos quatros pilares da educação: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser, e com isso, ser capaz de tomar a decisão certa frente à concorrência existente.
Novas habilidades vêm sendo exigidas dos profissionais para poderem enfrentar a globalização com responsabilidade, competência e autonomia.

Buscam-se profissionais que desenvolveram novas habilidades e competências, com coragem de arriscar-se e de aceitar novos valores, descobrindo e transpondo seus limites.
O futuro é cheio de incertezas, por isso, é preciso refletir sobre: habilidades pessoais e profissionais; criatividade; memória; comunicação; como enfrentar este século. Diferenciar-se dos demais, revalidar seu diploma pessoal e profissional, rever convicções, incorporar outros princípios, mudar paradigmas, sobrepor idéias antigas às novas verdades, este é o perfil do profissional que, trocando informações, dados e conhecimentos, poderá fazer parte do cenário das organizações que aprendem, das organizações do futuro. São mudanças socioculturais e tecnológicas que fazem repensar hábitos e atitudes frente às novas exigências do mercado.

Conquista-se a autonomia profissional quando se é perseverante, determinado, aprendiz, flexível e quando se tem:

* '''Positividade'''
* '''Organização'''
* '''Criatividade'''
* '''Inovação'''
* '''Foco'''

Essas qualidades ajudam a vencer a competitividade dos tempos modernos. Pela experiência pode-se afirmar que a maioria das pessoas, se estimuladas, podem desenvolver habilidades empreendedoras. Ouve-se e fala-se que o empreendedor precisa ter visão. Visão pessoal. Uma visão que vem de dentro. A maioria das pessoas tem pouca noção da verdadeira visão, dos níveis de significado. Metas e objetivos não são visão. Ser visionário é imaginar cenários futuros, utilizando-se de imagens mentais. Ter visão é perceber possibilidades dentro do que parece ser impossível. É ser alguém que anda, caminha ou viaja para inspirar pensamentos inovadores.

Esse enfoque se volta à disposição de assumir riscos e nem todas as pessoas têm esta mesma disposição. Não foi feito para ser empreendedor quem precisa de uma vida regrada, horários certos, salário garantido no fim do mês. O empreendedor assume riscos e seu sucesso está na “capacidade de conviver com eles e sobreviver a eles” (Degen, 1989, p.11). Gerber (2004), apresenta algumas diferenças dos três personagens que correspondem a papéis organizacionais, quais sejam:

'''a) o Empreendedor''', que transforma a situação mais trivial em uma oportunidade excepcional, é visionário, sonhador; o fogo que alimenta o futuro; vive no futuro, nunca no passado e raramente no presente; nos negócios é o inovador, o grande estrategista, o criador de novos métodos para penetrar nos novos mercados;

'''b) o Administrador''', que é pragmático, vive no passado, almeja ordem, cria esquemas extremamente organizados para tudo;

'''c) o Técnico''', que é o executor, adora consertar coisas, vive no presente, fica satisfeito no controle do fluxo de trabalho e é um individualista determinado.

É importante destacar no pensamento de Gerber (2004) o fato dos três personagens estarem em eterno conflito, sendo que ao menor descuido o técnico toma conta, matando o visionário, o sonhador, o personagem criativo que está sempre lidando com o desconhecido. Os riscos fazem parte de qualquer atividade, sendo necessário aprender a administrá-los, pois eles são um dos fatores mais importantes que inibem o surgimento de novos empreendedores. Um outro fator inibidor é o” capital social” que são valores e idéias que sublimemente nos foram incutidos por nossos pais, professores, amigos e outros que influenciaram na nossa formação intelectual e que, inconscientemente, orientam nossas vidas.

Dessa forma, um pai engenheiro desperta no filho o ideal de seguir a mesma carreira, militares, pilotos, esportistas, até pessoas que raramente vão vislumbrar ou ter interesse numa carreira de empreendedor exercem sua influência na formação das pessoas. É de se considerar, porém, que a avaliação mais objetiva do preparo para empreender é a percepção que a pessoa tem de si própria, refletindo na sua autoconfiança. Com o potencial empreendedor também isso acontece. O que se aprende na escola, nas pesquisas, nas observações, vai se acumulando. O preparar-se para ser empreendedor, portanto, inicia-se com o domínio que se tem sobre tarefas que se fazem necessárias, o próprio desenvolvimento da capacidade de gerenciamento. O que falta, na verdade, é motivação para uma tomada de decisão para se tornar um empreendedor.

Decisões tomadas no cotidiano são inúmeras. Os processos de decisão nem sempre são simples, objetivos e eficientes como deveriam ser pois, se a intuição está de um lado; a análise racional está do outro.

Descrevem-se aqui os oito estilos de decisão, relatados por Cohen,(2001):

* '''Intuitivo:''' tenta projetar o futuro, com perspectiva ao médio e do longo prazo, imaginando o impacto dessa ação.

* '''O planejador:''' situa-se onde está e para onde se deseja ir, com planejamento e tendo um processo de acompanhamento, adequando à realidade sempre que for necessário.

* '''O perspicaz:''' diz que além da percepção é necessário conhecimento.

* '''O objetivo:''' sabe qual o problema a ser resolvido.

* '''O cobrador:''' tem certeza das informações, vê a importância de medir e corrigir quando o resultado não foi o decidido.

* '''O mão –na–massa:''' envolve-se pessoal e diretamente, acredita em grupos para estudos multidiciplinares.

* '''O meticuloso:''' junta opiniões de amigos, especialistas, funcionários, tentando se convencer da solução a encontrar.

* '''O estrategista:''' decide cumprir sua estratégia de crescimento, tendo percepção do que resolver. Diagnostica o problema para encontrar a solução e sua resolução com eficácia.

A decisão é de cada um. Interagir, refletir, deixar a cada um o momento de uma descoberta e desenvolvendo habilidades específicas para o sucesso da sua escolha é de responsabilidade única e exclusiva. As características comuns que se encontram no empreendedor que fez uma escolha, tanto nas universidades como na sociedade, são difíceis para listar com precisão, porém diferentes autores chegaram a algumas conclusões. Elas dizem respeito às necessidades, conhecimento, habilidades e valores.

As necessidades que se referem a conhecimentos, Lezana (1995, p.78) assim elenca:

* aspectos técnicos relacionados a negócios
* experiência na área comercial
* escolaridade
* formação complementar
* experiência em organizações
* vivência com situações novas.

As necessidades que se referem aos valores, Empinotti (1994), argumenta que são os existenciais, estéticos, intelectuais, morais e religiosos. É preciso, no entanto, ser registrado que, no contexto empresarial, essas características podem se desenvolver e atuar de forma positiva ou negativa. É a personalidade do empreendedor que fará o impacto decisivo para o sucesso.
Fonte: Wikipédia

Análise Histórica de "EMPREENDEDOR"

(foto de Bill Gates - Gênio Empreendedor)

A palavra empreendedor ''(entrepreneur)'' surgiu na França por volta dos séculos XVII e XVIII, com o objetivo de designar aquelas pessoas ousadas que estimulavam o progresso econômico, mediante novas e melhores formas de agir.

Entretanto, foi o economista francês [[Jean-Baptiste Say]], que no início do século XIX conceituou o empreendedor como o indivíduo capaz de mover recursos econômicos de uma área de baixa para outra de maior produtividade e retorno. Mais tarde, o austríaco [[Joseph Schumpeter]], um dos mais importantes economistas do século XX que definiria esse indivíduo como o que reforma ou revoluciona o processo “criativo-destrutivo” do capitalismo, por meio do desenvolvimento de nova tecnologia ou do aprimoramento de uma antiga – o real papel da inovação. Esses indivíduos são os agentes de mudança na economia.

Posteriormente, [[Peter Drucker|Peter Ferdinand Drucker]], considerado “o pai da administração moderna”, é que amplia a definição proposta por Jean-Baptiste Say, descrevendo os empreendedores como aqueles que aproveitam as oportunidades para criar as mudanças. Os empreendedores não devem se limitar aos seus próprios talentos pessoais e intelectuais para levar a cabo o ato de empreender, mas mobilizar recursos externos, valorizando a interdisciplinaridade do conhecimento e da experiência, para alcançar seus objetivos.

O conceito de empreendedorismo está também muito relacionado aos pioneiros da alta tecnologia do Vale do Silício, na Califórnia. Ainda nos EUA, o Babson College tornou-se um dos mais importantes pólos de dinamização do espírito empreendedor com enfoque no ensino de empreendedorismo na graduação e pós-graduação, com base na valorização da oportunidade e da superação de obstáculos, conectando teoria com a prática, introduzindo a educação para o empreendedorismo através do currículo e das atividades extracurriculares. É notória a atual ênfase dada ao empreendedorismo e a inovação como temas centrais nas melhores Universidades Norte-Americanas.


;Século XVII:
Os primeiros indícios de relação entre assumir riscos e empreendedorismo ocorreram nessa época, em que o empreendedor estabelecia um acordo contratual com o governo para realizar algum serviço ou fornecer produtos. Richard Cantillon, importante escritor e economista do século XVII, é considerado por muitos como um dos criadores do termo empreendedorismo, tendo sido um dos primeiros a diferenciar o empreendedor (aquele que assume riscos), do capitalista (aquele que fornecia o capital).

;Século XVIII:
Nesse século o capitalista e o empreendedor foram finalmente diferenciados, provavelmente devido ao início da [[industrialização]] que ocorria no mundo, através da [[Revolução Industrial]].

;Século XIX e XX:
No final do século XIX e início do século XX, os empreendedores foram frequentemente confundidos com os administradores (o que ocorre até os dias atuais), sendo analisados meramente de um ponto de vista econômico, como aqueles que organizam a empresa, pagam empregados, planejam, dirigem e controlam as ações desenvolvidas na organização, mas sempre a serviço do capitalista.

Fonte Wikipédia

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Tenho horror a mulher perfeitinha

Este é de Arnaldo Jabor, sempre ácido, sempre muito bom...
Leiam, divirtam-se e vejam a se não é verdade...
Paulo Cesar


Tenho horror a mulher perfeitinha.

Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão
sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento
dentário?

E, só pra piorar, tem a bunda dura?
Pois então, mulheres assim são um porre.
Pior: são brochantes.

Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese..
Quer ver?

a) Escova toda manhã:

A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da
Patrícia de Sabrit.
Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do
namorado, pegação... pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal,
porque todas as amigas têm o cabelo igual....
Burra.

b) Na moda:

Estilo pessoal pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês.
Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso?
JAMAIS!
O que indica uma coisa:
Ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.

c) Bunda dura:

As muito gostosas são muito chatas.
Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não
enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram),
portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de
arroz do sabadão.
Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça
de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia:
nada de tomar um bom vinho com você.
Cerveja? Esquece!

Legal mesmo é mulher de verdade !!!
E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.
Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira.
Pode até ser meio mal-educada às vezes, mas adora sexo.

Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem
chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.

E não se esqueça...

'Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!!'

Fale Inglês ou passe vergonha...

A Marca Obama


Até que ponto o Marketing determina o futuro da humanidade?
Espero que gostem deste artigo...
Paulo Cesar


A Marca Obama
O fato de Barack Obama ter transformado o que é política em um jogo diferente para uma geração não é mais novidade. A política, afinal de contas, trata de marketing. A promoção da marca Obama é um estudo de caso sobre para onde o mercado norte-americano, e potencialmente o mundial, está se dirigindo. Conheça a estratégia que levou Obama à vitória.

O fato de Barack Obama ter transformado o que é política em um jogo diferente para uma geração não é mais novidade. O que foi pouco examinado, porém, foram os sinais que ele carrega de uma mudança sísmica no horizonte dos negócios.

A política, afinal de contas, trata de marketing. A promoção da marca Obama é um estudo de caso sobre para onde o mercado norte-americano, e potencialmente o mundial, está se dirigindo. "Ele é as três coisas que você quer de uma marca", diz Keith Reinhard, presidente emérito do conselho de administração da agência DDB Worldwide. "Novo, diferente e atraente. É bom assim."

Obama tem sua maior força entre os jovens de 18 a 29 anos, aqueles que os anunciantes cobiçam, a legião conhecida como 'geração Y'. Eles são negros, brancos, amarelos e mulatos. E também compartilham novas mídias, redes sociais on-line, rejeição por argumentos de venda que vêm de cima para baixo.

O novo presidente se construiu nas eleições dos Estados Unidos em cima de um nome engraçado, de uma história de vida incomum, para tornar-se um reflexo daquilo que os Estados Unidos serão: uma sociedade pós-boomers. Ele foi além da identidade política tradicional. Qualquer negócio que busque antever o futuro deverá analisar as implicações de sua ascensão.

COMANDO E CONTROLE

Quando a revista People perguntou a um grupo de presidenciáveis, no ano passado, o que nunca deixariam de levar ao sair de casa, as respostas foram reveladoras. A escolha de Mitt Romney, granola caseira em sua tigela de Dora. Hillary citou seu BlackBerry. E Obama mostrou que estava meio passo adiante: uma webcam, que utiliza para se comunicar com suas filhas e fazer reuniões. Obama adotou a internet habilmente e foi adotado por ela. E ele foi excepcionalmente bom em converter cliques de computador em presença no mundo real: vídeos no YouTube geravam comícios cheios e, o que é mais importante, doações e votos.

Obama se beneficia do poder do controle on-line. Sua arma secreta, um rapaz de 24 anos chamado Chris Hughes. Há quatro anos, ele estava em Harvard, ajudando a lançar o Facebook. Há um ano, Hughes tirou uma folga da rede social para organizar a web para Obama. Formado em história e literatura, Hughes trouxe consigo a maestria sobre o lado humano das redes sociais, o que se traduziu em resultados concretos para a campanha.

BarackObama.com é atualizado permanentemente e oferece vídeos, fotos, ringtones, funcionalidades variadas e eventos para dar aos internautas uma razão para voltar sempre. Em mybarackobama.com, a rede "quase" social da campanha, os "obamaníacos" podem criar seus próprios blogs sobre as plataformas políticas, enviar recomendações práticas diretamente à campanha, criar seu próprio site de levantamento de fundos, organizar um evento e até mesmo usar um dispositivo para obter listas de telefones e fazer campanha e pesquisas a partir de casa.

O que é verdade em política não é menos verdade nos negócios. "Há um consumidor novo e autoritário que extrai poder da web", diz Karen Scholl, diretora de criação da agência de publicidade digital Resource Interactive. "E ele fareja uma falsa mensagem a quilômetros de distância." A agência cunhou o termo "OPEN brand" (marca aberta), um acrônimo para on-demand (sob demanda), personal (pessoal) engaging (envolvente) e networks (redes). Os quatro fenômenos formam um contexto sobre o qual toda empresa tem de pensar se quiser transmitir mensagens de marcas de maneiras realmente novas.

Com Obama, "não só as pessoas sentem que o conhecem, como sentem que suas opiniões são levadas a sério por ele", diz Karen.

LIDERAR ESCUTANDO

Craig Newmark, fundador da Craigslist, considerou-se, por muito tempo, independente politicamente. Um encontro com Obama inspirou-lhe a trabalhar pelo candidato democrata. "Eu o vejo como um líder, mais do que como um chefe". O líder, para Newmark, faz as pessoas agirem por conta própria, pela inspiração.
O que Newmark está descrevendo é mais complicado -e mais moderno- do que
pode parecer. Há muito tempo existem líderes que são chefes e chefes que são líderes.

Mas Obama é o modelo de um novo modo de pensar chamado "liderança adaptativa", que tem sido ensinado na Kennedy School, da Harvard University, entre outras escolas. Essa abordagem, como escreveu Stephen Bouwhuis recentemente no The Australian Journal of Public Administration, é eficaz ao lidar com questões que requerem "uma mudança nas maneiras de pensar de uma comunidade".

Enquanto um líder visionário estabelece um plano específico a ser implementado, um líder adaptativo trabalha com sua equipe para elaborar um plano em conjunto.

O culto ao presidente "imperial" corporativo ainda reina na maior parte das salas de reuniões de conselhos e diretorias, mas ganhar os talentos do futuro - e os consumidores do amanhã - pode requerer uma abordagem bem diferente.

A mensagem de Obama é a de uma marca aberta: sob demanda, pessoal, envolvente e que leva em conta as redes.

20/01/2009 - Fonte: HSM

Marketing Pessoal segundo Max Gehringer

Marketing de guerrilha


Marketing de guerrilha

O termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros.

Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais fraca contra uma mais forte. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem necessidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada na guerra de guerrilhas.

A Guerra do Vietnam é um exemplo típico no qual o exército regular dos Estados Unidos acabou vencido pela guerrilha vietnamita, embora aquele conflito tenha outros fatores e características bem próprios.


Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O Marketing de Guerrilha, como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”. Levinson diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele menciona um artigo da Harvard Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing e táticas.

Porém, na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de martketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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